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AVE MARIA

Ave-Maria, cheia de graça! O Senhor é convosco Bendita sois vós entre as mulheres e Bendito é o Fruto do vosso ventre, Jesus Santa Maria Mãe de Deus, rogai por nós os pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém

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OLÁ!

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domingo, 30 de agosto de 2015

“ PREGAÇÃO QUE CATIVOU AS MULTIDÕES” - Parte I

Conheça o poder das palavras de São Francisco de Assis

São Francisco renuncia a todos os bens e à herança de seu pai; ele devia atender ao chamado que recebera do Céu.

Após a comovedora cena em que entregou tudo ao pai, até a roupa, Francisco quis retirar-se para a solidão.

Sentia o desejo de se recolher alguns dias, antes de prosseguir a obra de restauro da Capela de São Damião. Escolheu para este breve retiro um mosteiro beneditino da região; dirigiu-se logo para este lugar.

Era inverno. Uma espessa camada de neve cobria as colinas da Úmbria. Por caminhos endurecidos pelo gelo, através dos bosques devastados pelo frio, Francisco caminhava com passo rápido, insensível aos rigores da estação.

Sentia-se como que embriagado pelo prazer do sacrifício que lhe inspirava
o amor; do seu coração, transbordante de alegria, britavam exclamações
e cânticos.

sábado, 29 de agosto de 2015

UMA DEFINIÇÃO DE CAVALHEIROS: ALGUÉM QUE JAMAIS INFLIGE A DOR

"...ele é sábio demais para ser dogmático ou fanático"

marito e moglie in cucina

Na prática, define-se um cavalheiro dizendo que ele é alguém que jamais inflige a dor. Esta descrição é refinada e, na medida do possível, precisa. Ele se ocupa principalmente com a simples remoção dos obstáculos que impedem a ação livre e desembaraçada daqueles à sua volta, e contribui com seus passos em vez de apenas por si tomar a iniciativa. Seus benefícios podem ser considerados como paralelos ao que chamamos confortos ou conveniências nas disposições pessoais: como uma poltrona ou um bom fogo, que fazem sua parte para dissipar o frio e o cansaço, embora mesmo sem eles a natureza forneça os meios de descanso e calor animal. Da mesma forma, o verdadeiro cavalheiro cuidadosamente evita tudo que possa causar um sobressalto ou choque nas mentes daqueles com os quais se mistura; — todo conflito de opinião ou colisão de sentimentos, toda repressão, ou suspeita, ou melancolia, ou ressentimento; sua grande preocupação é fazer todos sentirem-se à vontade e em casa. Ele observa a todos em sua companhia; é tenro com o tímido, gentil com o distante e misericordioso com o absurdo; ele é capaz de lembrar-se de com quem está falando; ele se protege das alusões inoportunas e dos temas irritantes; ele raramente se arvora na conversa e jamais é cansativo. Ele faz pouco dos favores enquanto os realiza, e parece ser ele quem os recebe quando os concede. Jamais fala de si mesmo, exceto quando exigido; jamais se defende por uma simples réplica, não dá ouvidos à calúnia ou à fofoca, é escrupuloso ao imputar motivos aos que se intrometem e tudo interpreta com a melhor das intenções.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

A ASCENSÃO DO SENHOR

Os frutos da Ascensão nos beneficiam a cada instante, tal como a última bênção de Jesus aos Apóstolos, no Monte das Oliveiras, se prolonga através da História até cada um de nós.

I - Suprema glorificação de Cristo Às vezes, a perfuração produzida por uma agulha é mais danosa do que o golpe de um martelo, sobretudo quando ela atinge pontos vitais.

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Essa comparação talvez ainda ganhe em substância e expressividade se revertida para o campo da polêmica doutrinária, como se verificou na refutação de São Bernardo ao judeu que, no alto do Calvário, desafiou a Cristo em sua agonia:

"Se és o Filho de Deus, desce da Cruz" (cf. Mt 27, 42; Mc 15, 32). Segundo o Fundador de Claraval, é mal concebida essa proposta para comprovar a origem divina de Jesus, pois a realeza e mais ainda a divindade de um ser, não se torna patente pelo ato de descer, mas muito ao contrário, pelo de subir. E foi exatamente o que sucedeu com Jesus, quarenta dias após sua triunfante Ressurreição. Por isso, debaixo de certo ângulo, a Ascensão do Senhor ao Céu constitui a festa de maior importância ao representar a glorificação suprema de Cristo Jesus. Ele próprio a havia pedido ao Pai:

ORAÇÃO DE SÃO BERNARDO A NOSSA SENHORA: Ó Doce Virgem Maria, minha augusta Soberana!

Uma prece para confiar tudo às mãos de Maria, com a mais profunda confiança e paz de coração!

São Bernardo de Claraval

Ó doce Virgem Maria, minha augusta Soberana!
Minha amável Senhora!
Minha boníssima e amorosíssima Mãe!
Doce Virgem Maria, coloquei em Vós toda a minha esperança e não serei em nada confundido.
Doce Virgem Maria, creio tão firmemente que do alto do Céu Vós velais dia e noite por mim e por todos os que esperam em Vós, e estou tão intimamente convencido de que jamais faltará coisa alguma quando se espera tudo de Vós, que resolvi viver para o futuro sem nenhuma apreensão e descarregar inteiramente em Vós todas as minhas inquietações.
Doce Virgem Maria, Vós me estabelecestes na mais inabalável confiança. Mil vezes Vos agradeço por tão precioso favor!

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

UMA LINDA BÊNÇÃO PARA VOCÊ…

Com estas belas e profundas palavras dos povos Celtas, desejamos que sua semana inicie bem, e que tudo lhe corra a contento, todos os dias. Se você gostou desta antiga oração, passe-a também aos seus amigos.

celtas

celtas

POR QUE OS CATÓLICOS REZAM O TERÇO?

Descubra por que, durante séculos, os papas chamaram o terço de “arma espiritual” e invocaram Maria como a “vencedora das heresias”

Durante séculos, a Igreja intensificou a oração do terço em momentos de luta. São Domingos o considerava como uma arma espiritual e os papas chamavam Maria de “vencedora das heresias”, invocando sua ajuda para combater questões que vão do catarismo ao comunismo

INFLUÊNCIA DA VIRGEM MARIA NA VIDA DA IGREJA


1. Depois de ter refletido sobre a dimensão Mariana na vida eclesial, dispomo-nos´nos agora a pôr em evidência a imensa riqueza espiritual que Maria comunica à Igreja, com o seu exemplo e a sua intercessão.
Desejamos, antes de mais, deter´nos a considerar brevemente alguns aspectos significativos da personalidade de Maria, que oferecem a cada fiel indicações preciosas para acolher e realizar plenamente a própria vocação.
Maria precedeu´nos na via da fé: crendo na mensagem do anjo, ela é a primeira a acolher, e de modo perfeito, o mistério da Encarnação (cf. Redemptoris Mater, 13). O seu itinerário de crente inicia ainda antes do princípio da maternidade divina e desenvolve´se e aprofunda´se durante toda a sua experiência terrena. É audaz a sua fé, que na Anunciação crê no humanamente impossível e em Caná impele Jesus a realizar o primeiro milagre, provocando a manifestação dos seus poderes messiânicos (cf. Jo. 2,1´5). Maria educa os cristãos a viverem a fé como caminho empenhativo e envolvente, que, em todas as épocas e situações da vida, requer audácia e perseverança constante.

domingo, 23 de agosto de 2015

NOSSO SENHOR REZOU…

rezou MUITO, e nos ensinou pelo exemplo.

Orar foi o que Nosso Senhor mais fez na terra; devemos imitá-lo e orar em todos os momentos, para todos os fins, oferecendo tudo a Ele.

O Evangelista acentua claramente a atitude de Nosso Senhor, que veio para nos salvar. “Jesus começou a fazer e ensinar” (At. 1, 2).

Antes de pregar e ensinar a prática da virtude, revelou quanto ela é possível e fácil com o seu exemplo. Assim também, antes de dizer: “É preciso rezar sempre e não cessar de rezar”, ele próprio rezava. Vejamos como o Evangelho nos apresenta Jesus em oração.

Seu primeiro ato foi rezar

Aparecendo aqui no mundo, iniciando a sua vida mortal de Salvador dos homens, começou rezando. Não é esta uma afirmação gratuita. São Paulo na sua Epístola aos Hebreus afirma-o categoricamente.

A INVEJA NAS SAGRADAS ESCRITURAS

Nas Sagradas Escrituras, são numerosas as referências sobre o vício da inveja. No livro dos Provérbios, ela é considerada como "a cárie dos ossos" (Prov. 14, 30) e São Paulo a enumera entre os pecados que nos fazem perder o Reino dos céus (Gl, 5, 21).

Foi por inveja que os irmãos de José resolveram vendê-lo como escravo aos egípcios (Gn. 37,11). Também Saul, ao ver que Davi vencera o gigante Golias, encheu-se de inveja contra ele e por diversas vezes tentou matá-lo (I Sam. 18:6-8).

sábado, 22 de agosto de 2015

A TRINDADE NOS EVANGELHOS

A Trindade nos Evangelhos

Em inúmeras passagens dos Evangelhos, Cristo nos revelou o mistério da Santíssima Trindade, inacessível à mente humana, e mesmo à angélica.

Adão nunca poderia imaginar que o Messias anunciado para reparar seu pecado seria o próprio Filho do Altíssimo. Entretanto, assim foi: “Na plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher” (Gal 4, 4). Numa minúscula casa de Nazaré, uma jovem humilde e pura medita sobre a antiga promessa do Criador, de enviar o Messias para resgatar o povo de seus pecados e instaurar uma nova ordem de coisas. Podemos imaginá- La lendo alguma passagem da Escritura, por exemplo, esta: “Eis que uma virgem conceberá”... (Is 7, 14).

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

COMO UM LÁPIS PODE ME DAR 5 LIÇÕES DE VIDA?

Você vai se surpreender com a sabedoria dessa história

lapiz

Enquanto o menino fazia sua tarefa escolar, seu avô se aproximou e disse:

- Quando você crescer, eu torço para que seja como um lápis.

Intrigado, o menino olhou para o lápis e perguntou ao avô:

- Mas o que o lápis tem de especial?

E foi então que o sábio idoso respondeu:

- Se você observar bem, perceberá que o lápis tem 5 qualidades extraordinárias e, se você conseguir imitá-las, será sempre uma pessoa de paz com o mundo.

Em primeiro lugar, assim como o lápis, você pode fazer grandes coisas, sem esquecer jamais que existe uma mão que guia seus passos. Essa mão se chama Deus. Acredite nele, confie nele, dependa sempre dele.

Em segundo lugar, de vez em quando é preciso parar o que você está escrevendo e usar o apontador. O lápis sofre um pouco, é verdade, mas rapidamente sua ponta estará amis afiada. Também você precisa ser capaz de suportar algumas dores que o tornarão uma pessoa melhor.

Em terceiro lugar, o lápis trabalha sempre junto a uma borracha, para apagar o que não vale a pena. Corrigir algo que fizemos não significa que seja algo ruim, e sim algo importante que precisamos retificar e que nos permite manter-nos no caminho do amor a Deus e aos nossos semelhantes.

Quarta qualidade: olhe bem para o lápis. A principal parte dele não é a madeira nem sua forma, mas a grafite que ele tem dentro. Cuide sempre com muito carinho do que acontece dentro de você, porque é de dentro, do coração, que saem as nossas intenções (cf. Mc 7, 21).

A quinta qualidade é importante: o lápis sempre deixa uma marca.  Você precisa saber que tudo o que fizer na vida deixará traços. Procure sempre estar consciente de cada coisa que você fizer.

Fonte: pildorasdefe.net

O MILAGRE EUCARÍSTICO DE TUMACO

Numa pequena ilha do litoral Pacífico, em pleno século XX, deu-se um acontecimento cuja grandeza lembra certos feitos extraordinários relatados nas Sagradas Escrituras!

Oficial - Circular - Urgente. Bogotá, 6 de fevereiro de 1906. Governadores, por ordem do Excelentíssimo Senhor Presidente transcrevo seguintes notícias: Tumaco, 31 de janeiro. Hoje às 10h da manhã terrível terremoto. Algumas casas desmanteladas; barracas afundadas; vários armazéns destruídos. [...] Pânico geral, pois o mar ameaça terrivelmente".

Com este dramático telegrama enviado da capital para todo o país, Colômbia tomava conhecimento do acontecido em Tumaco, ilha do litoral sudoeste, parcamente habitada naquele tempo: um movimento sísmico de grandes proporções prenunciava a chegada de um devastador tsunami! E não era a primeira vez que uma onda gigante ameaçava submergi-la...

Uma ilha castigada pelo mar
Dois séculos antes, em 1738, Dom Pedro Vicente Maldonado, governador da antiga província de Esmeraldas, à qual pertencia a ilha, descrevia a realidade com a qual se deparara ao visitar a cidade: "Tumaco estava afastada seis léguas" - medida que equivale a aproximadamente 5,5 km - "da costa [...]. Contava com três quartos de légua de circunferência, tinha o solo arenoso, com árvores frutíferas, e o mar, há pouco, desenterrara os defuntos sepultados na igreja. Possuía 300 habitantes...".

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Vinda a Portugal das relíquias de SANTA TERESA DO MENINO JESUS

Nota Pastoral da Conferência Episcopal Portuguesa

Entre os dias 28 de Outubro e 16 de Dezembro de 2005 ocorrerá a visita das relíquias de Santa Teresa do Menino Jesus a todas as dioceses portuguesas
A veneração das relíquias é uma forma de apreço por uma vida fiel a Cristo, verdadeiro tesouro das comunidades cristãs. Venerar a memória dos seguidores do Mestre, na pobre materialidade do que resta do seu corpo é ocasião de graça e alegria, momento de interpelação evangélica para a santidade e oportunidade de compromisso missionário.

A ORAÇÃO É EM QUALQUER MOMENTO

(«A oração é um impulso do coração» — Santa Teresinha)

A oração não é algo que exija que tu viajes grandes distâncias para a encontrar ou que passes por algum processo rigoroso para a alcançares. Não é uma luta de subir uma montanha, contigo ofegante, encharcado na transpiração pelo esforço. A oração é muito mais simples, muito mais acessível. Tu só tens de tocar fundo, dentro de ti próprio.

A SUA CONFIANÇA EM DEUS PRECISA TER BASES FORTES, INABALÁVEIS… QUAIS?– Parte I II


Nosso Senhor atende às súplicas da cananeia cuja filha estava doente; a divina bondade de Nosso Senhor deve nos inspirar Confiança.


A verdade é que Nosso Senhor é adoravelmente bom;
Seu Coração não pode ver sofrer, nem sangrar. Essa piedade O faz operar alguns dos seus maiores milagres espontaneamente, antes mesmo de ter recebido qualquer súplica.
A multidão segue-O através das montanhas desertas da Palestina; durante três dias, esquece-se, para ouvi-Lo, da necessidade de comer e de beber.
Chama, porém, o Mestre dos Apóstolos: “Vede essa pobre gente, diz-lhes, não os posso despedir assim: cairiam de inanição em caminho. Tenho pena dessa multidão”. E multiplica os poucos pães que restavam aos discípulos.
Outra vez, dirige-Se Ele à pequena cidade de Naim, escoltado por uma turba bem numerosa. Quase ao chegar às portas, encontra um cortejo fúnebre. Era um jovem que levavam para a última morada: filho único de pobre mãe viúva.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

A SUA CONFIANÇA EM DEUS PRECISA TER BASES FORTES, INABALÁVEIS… QUAIS?– Parte I I


Nosso Senhor ressuscita Lázaro; o Seu infinito poder é uma grande razão para termos Confiança;

O Verbo Encarnado, que a nós Se deu, possui um poder sem limites.
Aparece no Evangelho como supremos Senhor da terra, dos demônios e da vida sobrenatural; tudo está submetido ao seu domínio soberano.
Existe ainda nesse poder do Salvador outro motivo seguríssimo de confiança. Nada pode impedir Nosso Senhor de socorrer-nos e proteger-nos.

domingo, 16 de agosto de 2015

A SANTIDADE DO SACERDÓCIO, UMA EXIGÊNCIA

Desde a Antiga Lei, a pessoa do sacerdote é cercada de uma dignidade que requer vida exemplar. Assim, no Livro do Levítico, encontramos duplo apelo à santidade. De um lado, a mando de Deus, Moisés exorta o povo de Israel a buscar a perfeição: "Fala a toda a comunidade dos israelitas e dize-lhes: Sede santos, porque Eu, o Senhor vosso Deus, sou santo" (Lv 19, 1). Mas aos sacerdotes a santidade é exigida com mais razão, porque são eles a oferecer os sacrifícios, fazendo o papel de intermediários entre Deus e o povo. Apresentar-se manchado pelo pecado diante do Altíssimo, para exercer o múnus sacerdotal, seria uma afronta ao Criador. "Os sacerdotes [...] serão santos para o seu Deus e não profanarão o seu nome, porque oferecem ao Senhor os sacrifícios consumidos pelo fogo, o pão de seu Deus. Serão santos" (Lv 21, 5-6).

E dado que o Antigo Testamento é figura do Novo, compreende-se a necessidade de, na Nova Aliança, a santidade atingir um grau muito maior. Isto transparece da teologia tomista, a qual nos apresenta o ministro ordenado como tendo sido elevado a uma dignidade régia, no meio dos outros fiéis de Cristo, pois O representa e, em diversas ocasiões, age in persona Christi. Impossível, portanto, imaginar-se título superior. E como ele é chamado a ser mediador entre Deus e os homens, além de guia destes para as coisas divinas, deve necessariamente ser-lhes superior em santidade, embora todos os batizados sejam também chamados à perfeição.

Santo Afonso de Ligório, em sua obra A Selva, fundamentando-se na autoridade de São Tomás, esboça a figura do sacerdote como aquele que, por seu ministério, supera em dignidade os próprios Anjos, e por isso está obrigado a uma maior santidade, dado o seu poder sobre o Corpo de Cristo. De onde, conclui o fundador dos Redentoristas, a necessidade de uma dedicação integral do sacerdote à glória de Deus, de tal sorte que brilhe aos olhos do Senhor em razão da sua boa consciência e aos olhos do povo por sua boa reputação.[1]

A SUA CONFIANÇA EM DEUS PRECISA TER BASES FORTES, INABALÁVEIS… QUAIS?– Parte I

“O Filho de Deus nos foi dado”, diz o Evangelho; e por isso devemos rogar com grande confiança, pois seremos atendidos.

O sábio constrói a casa sobre o rochedo:
Nem inundação, nem chuvas, nem tempestades a poderão lançar por terra. Para que o edifício da nossa confiança resista a todas as provas, preciso é que se eleve sobre bases inabaláveis.
Quereis saber, diz São Francisco de Sales, que fundamento deve ter a nossa confiança? Deve basear-se na infinita bondade de Deus e nos méritos da Morte e da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, com essa condição de nossa parte: a firme e total resolução de sermos inteiramente de Deus e de nos abandonarmos completamente e sem reservas à Providência”.

SOLENIDADE DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA–Homilia dominical

“Grande sinal apareceu no céu: uma mulher que tem o sol por manto, a lua sob os pés e uma coroa de doze estrelas na cabeça.” (Ap 12, 1)

Neste domingo celebramos uma festa muito cara às tradições mineiras: a festa de Maria, quando ela é assumida, em corpo e alma, para o céu. Relembro de minha terra natal, a cidade de Boa Esperança, que nasceu sob a proteção do manto santo e abençoado da Virgem Dolorosa, a mater que soube, no silêncio de seu coração, guardar a vontade de Deus, dando o seu “Fiat” ao projeto da salvação de nossa pobre e pecadora humanidade.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

“ COMO O SERVO BUSCA A FONTE DAS ÁGUAS…”

A misericórdia de Jesus é infinita e eterna. Seu Coração anseia que acorramos a Ele para perdoar nossas faltas, em uma medida proporcional à sua própria incomensurabilidade.

Com seu característico murmurejar, as águas de um rio desfilam em elegante correnteza, ora cobrindo as grandes pedras que encontram pelo caminho, ora acompanhando com docilidade as sinuosidades do percurso. Por vezes rápidas e borbulhantes, morosas em outras ocasiões, elas avançam infatigáveis em direção ao seu fim último: o mar.

Dir-se-ia emanar a vida deste ser inanimado em constante movimento. Às suas margens vicejam delicada vegetação e frondosas árvores. Peixes de vários tipos pululam no seu leito, enquanto aves e quadrúpedes, das mais diversas espécies, se aproximam para se beneficiar de suas águas, tanto mais cristalinas quanto mais próximas da nascente.

Tímido e desconfiado, oculto entre as plantas, podemos ver um cervo. Diferente de outros animais, não se satisfaz com as águas barrentas de rios que já passaram por vales e montes. Ele corre atrás daquelas mais puras e límpidas: uma fonte que brota do solo e esguicha sua massa líquida sobre pedras lisas, um gélido regato nascido há pouco tempo da neve derretida, ou então uma linda cortina de prata escorrendo pela encosta de uma montanha rochosa.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

A PAIXÃO DE CRISTO NA VISÃO DE NOSSA SENHORA

Revelações de Nossa Senhora à Santa Brígida

'' - Quando chegou o momento da paixão de meu Filho, seus inimigos o arrastaram. Golpearam-no na face e no pescoço e lhe cuspiram zombando dele. Quando foi levado à coluna, ele mesmo se desnudou e colocou suas mãos sobre o pilar, e seus inimigos as ataram sem misericórdia. Atado à coluna, sem nenhum tipo de roupa, como quando veio ao mundo, se manteve ali sofrendo a vergonha de sua nudez. Seus inimigos o cercaram e, tendo fugido todos os seus amigos, flagelaram seu puríssimo corpo, limpo de toda mancha e pecado. Na primeira chicotada eu, que estava por perto, caí quase morta, e ao voltar a mim, vi em meu espírito seu corpo chicoteado e chagado até as costelas.

domingo, 9 de agosto de 2015

POR QUE ESTA IMAGEM SE CHAMA O “CRISTO DAS TRINCHEIRAS?

Ao entrar na sala do Capítulo do famoso Mosteiro de Santa Maria da Vitória, situado em Batalha (Portugal), o visitante se depara com uma cena que desperta sua curiosidade: custodiado por uma guarda de honra, uma imagem de Cristo crucificado - com as duas pernas decepadas, faltando uma mão e ostentando uma perfuração no centro do peito - preside o Túmulo do Soldado Desconhecido. O aspecto da imagem não deve, entretanto, assustar-nos, pois ele é uma bela prova da fé dos soldados portugueses que lutaram na Primeira Guerra Mundial. Conheçamos sua história.

sábado, 8 de agosto de 2015

LADAINHA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

Senhor, tende piedade de nós.

Jesus Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.

Jesus Cristo, ouvi-nos.
Jesus Cristo, atendei-nos.

Pai celeste que sois Deus,
tende piedade de nós.
Filho, Redentor do mundo, que sois Deus,
tende piedade de nós.
Espírito Santo, que sois Deus,
tende piedade de nós.
Santíssima Trindade, que sois um só Deus,
tende piedade de nós.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

O HEROÍSMO NO ABANDONO

Nossa vida apresenta situações semelhantes às que ocorrem a um navio: somos sacudidos por ventos e tempestades, e até podemos começar a naufragar...

Ir. Juliana Montanari, EP

As ondas banham a praia numa manhã fresca, quando o Sol desponta refletindo-se nas águas e dando-lhes um brilho singular. Quantos fatos admiráveis e misteriosos já ocorreram no mar, este maravilhoso tapete de esmeraldas e topázios, com o qual Deus quis cobrir dois terços de nosso planeta!

No cais, um grande navio com a proa voltada para o oceano parece desafiá-lo, qual corajoso soldado ante o perigo. Os tripulantes acenam para os que ficam e preparam-se para a longa viagem. Em certo momento soltam-se as amarras e a nau começa seu percurso.

Passadas algumas horas, céu e mar se encontram no horizonte e não é mais possível ver terra firme. A embarcação, antes imponente, agora parece um simples e frágil brinquedo das ondas... Contudo, é nessas circunstâncias que transparece inteiramente a beleza misteriosa da navegação.

Sozinho em meio àquela instável vastidão, o navio recebe as investidas das impetuosas vagas que ameaçam naufragá-lo, mas mantém-se firme na sua direção; é balouçado pelos ventos das tempestades, e não se deixa soçobrar.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

AS FINALIDADES DO SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO

"Ide e mutiplicai-vos", diz o Senhor. A sagrada instituição da família foi fundada diretamente por Deus como a primeira das instituições. Estabelecidos foram, pelo próprio Criador, seu "estatuto" no qual encontramos sua razão de ser, ou melhor, sua finalidade.

Esta finalidade promulgada pelo próprio Senhor, está intimamente concernida na união matrimonial. Esta "micro" sociedade no Antigo Testamento sempre foi considerada pelo povo eleito como uma verdadeira aliança, símbolo da Aliança de Deus com o povo. Com o advento de Nosso Senhor Jesus Cristo, ela passou a gozar do privilégio inestimável de ser um verdadeiro sacramento.

Considerando-a enquanto aliança ou enquanto sacramento, sua finalidade permanece intacta, pois tanto na raiz de sua instituição, quanto na sua elevação a sacramento, o seu fim não foi alterado por Aquele que a criou. Não depende, portanto, da vontade daqueles que contraem o vínculo.[1]

Além de uma finalidade bem precisa, o matrimônio comporta também duas propriedades essenciais, que a tradição teológica chama de bona matrimonii, ou tria matrimonii bona. Que são: a) bonum prolis; b) bonum fidei c) bonum sacramenti. O primeiro a utilizar este termo foi Santo Agostinho.[2]

Uma das três partes constitutiva, segundo esta terminologia, é relativa ao fim do matrimônio: bonum prolis, que não é a única finalidade desta união como veremos mais adiante.

domingo, 2 de agosto de 2015

NÃO NOS PERTUBEMOS COM OS NOSSOS DEFEITOS

1278989707767_f1. Dois sinais do bom e do mau arrependimento

“A tristeza que é segundo Deus, afirma São Paulo, produz um arrependimento que leva à salvação; ao passo que a tristeza do mundo produz a morte. (2Cor 7,10). A tristeza do arrependimento pode, pois, ser boa ou má, conforme os efeitos que produz em nós. Mas, em geral, produz mais efeitos maus que bons, porque os bons são apenas dois: a misericórdia – o pesar pelo mal dos outros – e a penitencia – a dor de ter ofendido a Deus -; ao passo que os maus são seis: medo, preguiça, indignação, ciúme, inveja e impaciência. Por isso diz o sábio: A tristeza mata a muitos e nela não há utilidade alguma (Eclo 30,25), já que, para dois riachos de águas límpidas que nascem do manancial da tristeza, nascem seis de águas poluídas”.

sábado, 1 de agosto de 2015

O QUE A IGREJA ENSINA SOBRE A MORTE?

A Igreja ensina que, em consequência do pecado original, o homem deve sofrer “a morte corporal, à qual teria sido subtraído se não tivesse pecado” (Gaudium et Spes, 18; Gn 2,17). Não passaríamos pela morte como ela é hoje se não houvesse o pecado.

A Igreja reconhece que “é diante da morte que o enigma da condição humana atinge o seu ponto mais alto” (idem). São Paulo ensina que “o salário do pecado é morte” (Rm 6, 23); é dele que advém todo sofrimento da criatura humana; mas que para os que morrem na graça de Cristo, é uma participação na morte do Senhor, a fim de poder participar também de sua Ressurreição (Rom 6, 3-9).

APOSTOLADO DA SAGRADA FACE

Apostolado da Sagrada Face

“Toda vez que alguém contemplar a Minha Face, derramarei o Meu amor nos corações. E por meio da Minha Face obter-se-á a salvação de muitas almas”

N.Senhor a Irmã M. Pierina, 1945, em Milão

DESEJO À VOCÊ!

Que… “Chuvas de Bênçãos sejam derramadas abundantemente sobre ti e tua Casa“… Que… a Unção de DEUS seja como um bálsamo a envolver tua vida e te Ungir Completamente pela Glória de DEUS“… Que… “DEUS faça prosperar tudo aquilo que vier até tuas mãos, e que de uma semente cresçam milhares de árvores Frutíferas“… Que… “Todas as Promessas de DEUS sejam uma Coroa de Vitória e Vida para você como Prova da Fidelidade do teu DEUS, acerca de tudo o que Ele Fala e Cumpre“… Que… “Rios de águas Vivas corram dentro de tí, purificando, e levando tudo aquilo o que não é de DEUS“. Que…“A Glória de DEUS repouse sobre sua vida…Amém ...