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AVE MARIA

Ave-Maria, cheia de graça! O Senhor é convosco Bendita sois vós entre as mulheres e Bendito é o Fruto do vosso ventre, Jesus Santa Maria Mãe de Deus, rogai por nós os pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém

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terça-feira, 1 de setembro de 2015

VOCÊ SABIA…

Qual a mais antiga oração conhecida à Mãe de Deus?

É a antífona Sub tuum præsidium, cantada pela Santa Igreja na Liturgia das Horas e recitada por numerosos fiéis em diversas oportunidades: "À vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus. Não desprezeis nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita!".

Incluída desde tempos imemoriais nos Ritos Ambrosiano, Copta, Sírio e Armênio, sua antiguidade foi confirmada na primeira metade do século XX, quando se encontrou no Egito um papiro do século III contendo o original grego desta expressiva prece.

Desempenhando um elevadíssimo papel na Redenção, a Virgem Maria é, entretanto, muito pouco mencionada no Evangelho. Uma vez, porém, que este se difunde por toda a Terra, surge espontaneamente no coração dos fiéis a súplica à Mãe de Deus, eficaz amparo para sua peregrinação terrena.

O início da oração recolhe os ecos da versão grega da Bíblia e associa à Virgem a capacidade protetora atribuída a Deus pelo salmista: "Protegei-me sob a sombra de vossas asas" (Sl 16, 8). E a fórmula "mas livrai-nos sempre de todos os perigos" evoca o pedido feito na Oração Dominical: "mas livrai-nos do mal".

Como tantas outras preces litúrgicas antigas, o Sub tuum præsidium se destaca por sua nobre simplicidade e sua concisão, aliadas a uma saudável espontaneidade. Segundo alguns estudiosos, essa maneira de implorar com premência a proteção da Virgem Maria indica que os cristãos se encontravam em situação de perseguição, talvez a de Valeriano ou a de Décio.

Outro dado digno de nota: à vista do iminente perigo, os cristãos do século III procuram proteção sob o manto da Virgem Santíssima. Demonstram, pois, estarem conscientes de que Ela ouve e atende seus pedidos, e tem poder para socorrê-los.

Por fim, o Sub tuum præsidium é uma inquestionável prova da antiguidade da devoção a Nossa Senhora, sob a invocação de Mãe de Deus. 

Que Santa Teresa foi sepultada onze dias depois de sua morte?

Santa Teresa de Jesus faleceu em Alba de Tormes, Espanha, no dia 4 de outubro de 1582 e foi sepultada no dia 15. Qual o motivo de tal demora? O que ocorreu ao longo desses onze dias?

Na realidade, não houve atraso algum. Acontece que precisamente no dia seguinte ao da morte da grande Doutora da Igreja, entrou em vigor a reforma promulgada pelo Papa Gregório XIII, substituindo o calendário juliano, instituído pelo imperador Júlio César, pelo calendário gregoriano, em vigor até hoje.

Com efeito, erros acumulados ao longo de séculos haviam produzido uma defasagem de dez dias entre a data marcada pelo calendário e a data real, definida pela posição da Terra em relação ao Sol. Para sanar essa falha, Gregório XIII criou uma comissão formada pelos melhores astrônomos de sua época, a qual lhe propôs suprimir dez dias do calendário oficial. Decidiu então o Pontífice que em outubro de 1582 se passasse diretamente do dia 4 ao dia 15.

Assim se fez, e Santa Teresa, falecida no dia 4, foi sepultada no dia seguinte... dia 15.

(Revista Arautos do Evangelho, Janeiro/2015, n. 157, p. 38)

Fonte: Arautos do Evangelho

MAS AFINAL, QUE NEGÓCIO É ESSE DE PECADO?

Pecado original, pessoal, venial, mortal, capital... O que é que tudo isso quer dizer?

O que é o pecado?
O conceito de pecado é bastante simples: basicamente, o pecado é um ato de egoísmo exagerado. É preferir a si mesmo e antepor-se a Deus e aos outros, cedendo às paixões desordenadas que nos colocam no centro da nossa própria existência e negando a nossa natureza, que só se completa quando se abre ao próximo e a Deus. O pecado é a recusa a instaurar com Deus e com os outros uma relação de amor. O pecado é um "converter-se às criaturas" e "rejeitar o Criador". Em geral, o pecador só deseja os prazeres proporcionados pelas criaturas, e não necessariamente quer rejeitar o Criador. No entanto, ao se deixar seduzir por satisfações fugazes proporcionadas pelas criaturas, o pecador sabe, implicitamente, que está agindo contra o amor do Criador, pois sente que o prazer terreno não o preenche e, mesmo assim, não resiste a ele.
É por isso que o pecado fere o próprio pecador, afastando-o da plenitude oferecida por Deus. E é por isso que o pecado ofende a Deus: não porque Deus, como Deus, seja diminuído, mas porque nós próprios, ao pecar, nos diminuímos diante da grandeza que Deus nos oferece.
Para Jesus, o pecado nasce no interior do homem (cf. Mt 15, 10-20). É por isso que é necessária a transformação interior, do coração. Para Jesus, o pecado é uma escravidão: o homem se deixa ficar em poder do maligno, valorizando falsamente as coisas deste mundo, deixando-se arrastar pelo imediato, por satisfações sensíveis que não saciam a nossa sede de amor e de plenitude.

domingo, 30 de agosto de 2015

“ PREGAÇÃO QUE CATIVOU AS MULTIDÕES” - Parte I

Conheça o poder das palavras de São Francisco de Assis

São Francisco renuncia a todos os bens e à herança de seu pai; ele devia atender ao chamado que recebera do Céu.

Após a comovedora cena em que entregou tudo ao pai, até a roupa, Francisco quis retirar-se para a solidão.

Sentia o desejo de se recolher alguns dias, antes de prosseguir a obra de restauro da Capela de São Damião. Escolheu para este breve retiro um mosteiro beneditino da região; dirigiu-se logo para este lugar.

Era inverno. Uma espessa camada de neve cobria as colinas da Úmbria. Por caminhos endurecidos pelo gelo, através dos bosques devastados pelo frio, Francisco caminhava com passo rápido, insensível aos rigores da estação.

Sentia-se como que embriagado pelo prazer do sacrifício que lhe inspirava
o amor; do seu coração, transbordante de alegria, britavam exclamações
e cânticos.

sábado, 29 de agosto de 2015

UMA DEFINIÇÃO DE CAVALHEIROS: ALGUÉM QUE JAMAIS INFLIGE A DOR

"...ele é sábio demais para ser dogmático ou fanático"

marito e moglie in cucina

Na prática, define-se um cavalheiro dizendo que ele é alguém que jamais inflige a dor. Esta descrição é refinada e, na medida do possível, precisa. Ele se ocupa principalmente com a simples remoção dos obstáculos que impedem a ação livre e desembaraçada daqueles à sua volta, e contribui com seus passos em vez de apenas por si tomar a iniciativa. Seus benefícios podem ser considerados como paralelos ao que chamamos confortos ou conveniências nas disposições pessoais: como uma poltrona ou um bom fogo, que fazem sua parte para dissipar o frio e o cansaço, embora mesmo sem eles a natureza forneça os meios de descanso e calor animal. Da mesma forma, o verdadeiro cavalheiro cuidadosamente evita tudo que possa causar um sobressalto ou choque nas mentes daqueles com os quais se mistura; — todo conflito de opinião ou colisão de sentimentos, toda repressão, ou suspeita, ou melancolia, ou ressentimento; sua grande preocupação é fazer todos sentirem-se à vontade e em casa. Ele observa a todos em sua companhia; é tenro com o tímido, gentil com o distante e misericordioso com o absurdo; ele é capaz de lembrar-se de com quem está falando; ele se protege das alusões inoportunas e dos temas irritantes; ele raramente se arvora na conversa e jamais é cansativo. Ele faz pouco dos favores enquanto os realiza, e parece ser ele quem os recebe quando os concede. Jamais fala de si mesmo, exceto quando exigido; jamais se defende por uma simples réplica, não dá ouvidos à calúnia ou à fofoca, é escrupuloso ao imputar motivos aos que se intrometem e tudo interpreta com a melhor das intenções.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

A ASCENSÃO DO SENHOR

Os frutos da Ascensão nos beneficiam a cada instante, tal como a última bênção de Jesus aos Apóstolos, no Monte das Oliveiras, se prolonga através da História até cada um de nós.

I - Suprema glorificação de Cristo Às vezes, a perfuração produzida por uma agulha é mais danosa do que o golpe de um martelo, sobretudo quando ela atinge pontos vitais.

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Essa comparação talvez ainda ganhe em substância e expressividade se revertida para o campo da polêmica doutrinária, como se verificou na refutação de São Bernardo ao judeu que, no alto do Calvário, desafiou a Cristo em sua agonia:

"Se és o Filho de Deus, desce da Cruz" (cf. Mt 27, 42; Mc 15, 32). Segundo o Fundador de Claraval, é mal concebida essa proposta para comprovar a origem divina de Jesus, pois a realeza e mais ainda a divindade de um ser, não se torna patente pelo ato de descer, mas muito ao contrário, pelo de subir. E foi exatamente o que sucedeu com Jesus, quarenta dias após sua triunfante Ressurreição. Por isso, debaixo de certo ângulo, a Ascensão do Senhor ao Céu constitui a festa de maior importância ao representar a glorificação suprema de Cristo Jesus. Ele próprio a havia pedido ao Pai:

ORAÇÃO DE SÃO BERNARDO A NOSSA SENHORA: Ó Doce Virgem Maria, minha augusta Soberana!

Uma prece para confiar tudo às mãos de Maria, com a mais profunda confiança e paz de coração!

São Bernardo de Claraval

Ó doce Virgem Maria, minha augusta Soberana!
Minha amável Senhora!
Minha boníssima e amorosíssima Mãe!
Doce Virgem Maria, coloquei em Vós toda a minha esperança e não serei em nada confundido.
Doce Virgem Maria, creio tão firmemente que do alto do Céu Vós velais dia e noite por mim e por todos os que esperam em Vós, e estou tão intimamente convencido de que jamais faltará coisa alguma quando se espera tudo de Vós, que resolvi viver para o futuro sem nenhuma apreensão e descarregar inteiramente em Vós todas as minhas inquietações.
Doce Virgem Maria, Vós me estabelecestes na mais inabalável confiança. Mil vezes Vos agradeço por tão precioso favor!

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

UMA LINDA BÊNÇÃO PARA VOCÊ…

Com estas belas e profundas palavras dos povos Celtas, desejamos que sua semana inicie bem, e que tudo lhe corra a contento, todos os dias. Se você gostou desta antiga oração, passe-a também aos seus amigos.

celtas

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POR QUE OS CATÓLICOS REZAM O TERÇO?

Descubra por que, durante séculos, os papas chamaram o terço de “arma espiritual” e invocaram Maria como a “vencedora das heresias”

Durante séculos, a Igreja intensificou a oração do terço em momentos de luta. São Domingos o considerava como uma arma espiritual e os papas chamavam Maria de “vencedora das heresias”, invocando sua ajuda para combater questões que vão do catarismo ao comunismo

INFLUÊNCIA DA VIRGEM MARIA NA VIDA DA IGREJA


1. Depois de ter refletido sobre a dimensão Mariana na vida eclesial, dispomo-nos´nos agora a pôr em evidência a imensa riqueza espiritual que Maria comunica à Igreja, com o seu exemplo e a sua intercessão.
Desejamos, antes de mais, deter´nos a considerar brevemente alguns aspectos significativos da personalidade de Maria, que oferecem a cada fiel indicações preciosas para acolher e realizar plenamente a própria vocação.
Maria precedeu´nos na via da fé: crendo na mensagem do anjo, ela é a primeira a acolher, e de modo perfeito, o mistério da Encarnação (cf. Redemptoris Mater, 13). O seu itinerário de crente inicia ainda antes do princípio da maternidade divina e desenvolve´se e aprofunda´se durante toda a sua experiência terrena. É audaz a sua fé, que na Anunciação crê no humanamente impossível e em Caná impele Jesus a realizar o primeiro milagre, provocando a manifestação dos seus poderes messiânicos (cf. Jo. 2,1´5). Maria educa os cristãos a viverem a fé como caminho empenhativo e envolvente, que, em todas as épocas e situações da vida, requer audácia e perseverança constante.

domingo, 23 de agosto de 2015

NOSSO SENHOR REZOU…

rezou MUITO, e nos ensinou pelo exemplo.

Orar foi o que Nosso Senhor mais fez na terra; devemos imitá-lo e orar em todos os momentos, para todos os fins, oferecendo tudo a Ele.

O Evangelista acentua claramente a atitude de Nosso Senhor, que veio para nos salvar. “Jesus começou a fazer e ensinar” (At. 1, 2).

Antes de pregar e ensinar a prática da virtude, revelou quanto ela é possível e fácil com o seu exemplo. Assim também, antes de dizer: “É preciso rezar sempre e não cessar de rezar”, ele próprio rezava. Vejamos como o Evangelho nos apresenta Jesus em oração.

Seu primeiro ato foi rezar

Aparecendo aqui no mundo, iniciando a sua vida mortal de Salvador dos homens, começou rezando. Não é esta uma afirmação gratuita. São Paulo na sua Epístola aos Hebreus afirma-o categoricamente.

DESEJO À VOCÊ!

Que… “Chuvas de Bênçãos sejam derramadas abundantemente sobre ti e tua Casa“… Que… a Unção de DEUS seja como um bálsamo a envolver tua vida e te Ungir Completamente pela Glória de DEUS“… Que… “DEUS faça prosperar tudo aquilo que vier até tuas mãos, e que de uma semente cresçam milhares de árvores Frutíferas“… Que… “Todas as Promessas de DEUS sejam uma Coroa de Vitória e Vida para você como Prova da Fidelidade do teu DEUS, acerca de tudo o que Ele Fala e Cumpre“… Que… “Rios de águas Vivas corram dentro de tí, purificando, e levando tudo aquilo o que não é de DEUS“. Que…“A Glória de DEUS repouse sobre sua vida…Amém ...