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AVE MARIA

Ave-Maria, cheia de graça! O Senhor é convosco Bendita sois vós entre as mulheres e Bendito é o Fruto do vosso ventre, Jesus Santa Maria Mãe de Deus, rogai por nós os pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém

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quinta-feira, 30 de julho de 2015

ORAÇÃO Ò LUZ DO MUNDO

“Ó Luz do mundo, Deus infinito, Pai da eternidade, Doador de sabedoria e conhecimento, e inefável Concessor de toda graça espiritual, tu conheces todas as coisas antes que sejam feitas. Tu, que crias as trevas e a luz, estende tua mão e toca minha boca. Torna-a como uma espada afiada para proferir eloquentemente tuas palavras. Torna minha língua, ó Senhor, como uma seta escolhida para declarar fielmente teus prodígios. Coloca teu Espírito, ó Senhor, em meu coração para que eu perceba. Coloca-o em minha alma para que eu o conserve na memória. Coloca-o na minha consciência para que eu medite. Se forma amorosa, santa, misericordiosa, clemente e gentil, inspira-me com tua graça. (p.204. Madeline Pecora Nugent…);

Fonte: O Diário de Deus

O SANTO SUDÁRIO E OS MILAGRES DE LOURDES

Santo Sudário de Turim: detalhe do rosto de Nosso Senhor morto.

Santo Sudário de Turim: detalhe do rosto de Nosso Senhor morto.

O crescente ateísmo e imoralidade contra os quais Nossa Senhora veio em Fátima alertar os homens negam que Nosso Senhor Jesus Cristo tivesse existido, como a Igreja Católica sempre nos ensinou.
Também negam que os fatos narrados no Novo Testamento tenham sido, exatamente, como estão narrados no Evangelho.

15 ANOS DE IDADE, PURO, APÓSTOLO: SÃO DOMINGOS SÁVIO, UMA VIDA CAPAZ DE MARAVILHAS

Incentivado por ninguém menos que Dom Bosco, ele foi dócil à graça de Deus e se deixou santificar!

Domenico Savio-ar

Domingos Sávio nasceu em Castelnuovo d'Asti, na Itália, no dia 2 de abril de 1842 e, segundo o seu diretor espiritual, ninguém menos que São João Bosco, tinha “uma índole doce e um coração formado para a piedade; aprendeu com extraordinária facilidade as orações da manhã e da noite e as rezava quando tinha apenas quatro anos de idade”.
Aos cinco anos, impressionava a todos pela devoção nas missas, em que já ajudava como coroinha apesar de não lhe ser fácil segurar o grande missal nas mãos pequeninas.

UMA POMBA… POR QUÊ?

"Depois de ser batizado, Jesus saiu logo da água, e o céu se abriu. E Ele viu o Espírito de Deus descer, como uma pomba, e vir sobre Ele". O texto sagrado é claríssimo, o Espírito de Deus veio em forma de pomba. Porém, ainda resta uma dúvida: Porquê uma pomba? Não seria melhor uma andorinha, ou uma águia?

A razão pela qual o Espírito Santo apareceu em forma de pomba e não de outro animal, é explicada por São Tomás[1] com sua característica singeleza:

Todo aquele que deseja ser batizado não pode ansiar esse sacramento de maneira fingida e superficial, mas sim de modo simples, como a pomba que é um animal sem nenhuma ganância. E por isso o evangelista São Mateus aconselha: "Sede simples como as pombas". (Mt 10, 16)

Através do Batismo o homem possui os sete dons do Espírito Santo, os quais estão simbolizados na Pomba, pois:

a. Esta ave mora junto às correntezas de água, pela razão de que quando vir o gavião poder escapar submergindo. Isto se relaciona com o dom de sabedoria, porque os santos moram junto as correntezas das Sagradas Escrituras, com o objetivo de escaparem das tramas do demônio.

b. A pomba escolhe os melhores grãos para o seu alimento, o que se relaciona com o dom de ciência, com o qual quem a possui escolhe as melhores opiniões para alimento de sua vida espiritual.

c. Este amável animal alimenta os filhotes alheios. Dom de conselho, com o qual se busca alimentar àqueles que estão afastando-se de Deus ou já caíram no pecado.

terça-feira, 28 de julho de 2015

A “LOUCURA” DA CRUZ–Parte III

Continuação do post: A “Loucura” da Cruz - Parte II

Vede: a Cruz,
Que aos olhos do século parece não ser mais que um símbolo de tristeza, é, entretanto, a obra prima da alegria; e, portanto, a maior das felicidades humanas é essa loucura de que nos fala São Paulo.
O século sempre entendeu esta loucura erradamente, servindo-se dela para zombar da fé, caluniar o cristão e apresentá-lo como o refugo da natureza humana, cuja ciência consiste em bestializar a inteligência, obliterar o sentimento e atrofiar o coração.
Nunca foi esta a doutrina da Igreja, que, bem longe de assim entendê-lo, quando, no século 17, homens saídos de seu seio, mal interpretando as palavras do Apóstolo, fizeram uma guerra encarniçada à ordem natural, à razão humana, ao desenvolvimento da inteligência e às necessidades legítimas do coração, condenou essa doutrina –o Jansenismo – e reprovou a
sua moral.
A loucura da Cruz, como a entende a Igreja, não é, pois, a mutilação do homem; não é a renúncia de seus sentimentos, nem do que eleva o seu espírito, dilata o seu coração e alegra a sua vida.
A doutrina da Igreja, é que a Graça não destrói a natureza: purifica-a, aperfeiçoa-a.
Santo Agostinho dizia que a Encarnação não é senão um vasto sistema higiênico e curativo para a natureza humana; e, se bem compreenderdes este pensamento do egrégio doutor da Igreja, vós tereis a justa ideia do que seja a loucura da Cruz.
Nas práticas da vida cristã, nas humilhações do homem que quer purificar-se, há uma espécie de loucura; mas loucura somente para os instintos depravados da natureza corrompida.
Como em todo remédio há uma parte por assim dizer ignóbil, vil, desprezível, repugnante à natureza; há também isso no aparelho curativo da Igreja.
O homem é também doente do espírito e do coração; e os remédios de que precisa esta sua enfermidade são como os do corpo, duros, amargos, repugnantes à vaidade e ao orgulho.
É uma loucura humilhar-se, abater-se pedir perdão das ofensas, amar os inimigos?!
Pois é a loucura da Cruz!
É uma loucura ser casto, renunciar aos gozos animais, rivalizar com os anjos?! Pois é a loucura da Cruz! É uma loucura repudiar a avareza a ambição da glória, o furor do bem-estar?! Pois é a loucura da Cruz!
Reparai, porém: esta loucura é um verdadeiro remédio, porque nos despoja do velho homem, restaura as partes nobres da nossa natureza, que só se purifica e regenera pela crucificação, isto é, pelo aniquilamento de suas partes más.
E não foi essa loucura que regenerou o mundo, quando, num momento solene da história, para libertá-lo da gangrena romana, foi preciso lavá-lo no sangue das virgens, dos confessores, dos mártires?! E, hoje, que falta ao nosso século?
É justamente a loucura da Cruz!
Porque o homem moderno é tão vaidoso, tão cheio de ambições, tão sensual, tão rebelde? Porque não ama a Cruz de Jesus Cristo e zomba do cristão que procura reproduzi-la em si? Porque na política a impostura, a mentira, a perfídia?
Na ciência – o orgulho, na literatura – a luxúria, nas artes – a prostituição do belo, o repúdio de todas as formas nobres da imaginação? Porque o estadista, o sábio, o filósofo, o poeta e o artista não conseguem fazer feliz a humanidade moderna?
Percorrei o mundo inteiro, batei a todas as portas; perguntai aos homens, nos palácios ou nas choupanas, se eles são felizes; e um gemido doloroso saído de todos os corações vos responderá:não, não somos felizes.
Mas porque o homem moderno, no meio de tantos esplendores da civilização material, é verdadeiramente desgraçado? Porque ele não ama a Cruz de
Jesus Cristo.
Vós, homem moderno, podeis pretender todas as glórias: a de terdes surpreendido, com um pedaço e vidro, o infinitamente pequeno nas profundezas da terra, o infinitamente grande nas profundezas do céu;
A de terdes dado aos vossos olhos o prodigioso óptico poder de verem no solo o arbusto crescer, a verem no espaço o astro girar; a de terdes reunido nas vossas exposições universais as riquezas espalhadas pelo globo;
A de terdes consorciado nos vossos museus as faunas e as floras do mundo inteiro; a de terdes pelejado com os seus ventos e tempestades, medido mesmo a profundeza dos seus oceanos. Há uma glória, porém, que vós não podeis reclamar:
A de terdes medido a inanidade dos vossos prazeres, domado os ímpetos do vosso orgulho, medido a profundeza incomensurável da vaidade universal, que não deixa ver na Cruz de Jesus Cristo a salvação do mundo, e na loucura da Cruz – a sabedoria verdadeira!

Fonte: retirado do livro “A Paixão” do Rev. Pe. Júlio Maria de Lombaerde.
























segunda-feira, 27 de julho de 2015

SANTO AFONSO MARIA DE LIGÓRIO ENSINA A IMPORTÂNCIA DO SILÊNCIO

1. O silêncio é um meio excelente para se alcançar o espírito da oração e para se habilitar para o trato ininterrupto com Deus. Dificilmente se encontrará uma pessoa verdadeiramente piedosa que fale muito.

.Todos que possuem o espírito de oração amam igualmente o silêncio, que é justamente chamado o conservador da inocência, um baluarte contra as tentações e uma fonte de oração, pois que o silêncio favorece o recolhimento e excita no coração bons pensamentos: ele obriga de certo modo a alma a pensar em Deus e nos bens celestes, como diz S. Bernardo (Ep. 78).

.Por essa razão todos os santos e mesmo aqueles que não viveram como anacoretas eram especiais amantes do silêncio.

.O profeta Isaías diz: “O silêncio cultivará na alma a justiça” (Is 32, 17). De um lado ele nos preserva de muitos pecados, removendo a ocasião de altercações, de difamações, rancor e curiosidade; de outro lado, nos auxilia a adquirir muitas virtudes.

A “LOUCURA” DA CRUZ–Parte II

Continuação do post: A “Loucura” da Cruz - Parte I

Onde, porém, perguntareis, colocar a alegria numa vida como a de Jesus Cristo?
Onde ver a alegria naquela Cruz?! Pois a Paixão do Homem-Deus não foi o sumo da dor, e por consequência exclusão de toda alegria?!
Sim; a Paixão de Jesus Cristo foi uma dor real, completa e tão vasta que abrangeu toda a Sua vida, desde o primeiro vagido do Presépio até ao derradeiro gemido do Calvário.
É só aparentemente que se distinguem o berço do menino Deus e a Cruz do Varão de dores; na realidade se confundem a manjedoura de Belém e o monte Calvário.
Para o menino, pela ciência completa de Sua alma e o pleno uso de Sua razão, a previsão de Seus opróbrios e ignomínias, de Seus sofrimentos e de Sua morte era já uma paixão substancial.

UMA DEFINIÇÃO DE CAVALHEIROS: ALGUÉM QUE JAMAIS INFLIGE A DOR

"...ele é sábio demais para ser dogmático ou fanático"

marito e moglie in cucina

Na prática, define-se um cavalheiro dizendo que ele é alguém que jamais inflige a dor. Esta descrição é refinada e, na medida do possível, precisa. Ele se ocupa principalmente com a simples remoção dos obstáculos que impedem a ação livre e desembaraçada daqueles à sua volta, e contribui com seus passos em vez de apenas por si tomar a iniciativa. Seus benefícios podem ser considerados como paralelos ao que chamamos confortos ou conveniências nas disposições pessoais: como uma poltrona ou um bom fogo, que fazem sua parte para dissipar o frio e o cansaço, embora mesmo sem eles a natureza forneça os meios de descanso e calor animal. Da mesma forma, o verdadeiro cavalheiro cuidadosamente evita tudo que possa causar um sobressalto ou choque nas mentes daqueles com os quais se mistura; — todo conflito de opinião ou colisão de sentimentos, toda repressão, ou suspeita, ou melancolia, ou ressentimento; sua grande preocupação é fazer todos sentirem-se à vontade e em casa. Ele observa a todos em sua companhia; é tenro com o tímido, gentil com o distante e misericordioso com o absurdo; ele é capaz de lembrar-se de com quem está falando; ele se protege das alusões inoportunas e dos temas irritantes; ele raramente se arvora na conversa e jamais é cansativo. Ele faz pouco dos favores enquanto os realiza, e parece ser ele quem os recebe quando os concede. Jamais fala de si mesmo, exceto quando exigido; jamais se defende por uma simples réplica, não dá ouvidos à calúnia ou à fofoca, é escrupuloso ao imputar motivos aos que se intrometem e tudo interpreta com a melhor das intenções.

domingo, 26 de julho de 2015

A “LOUCURA” DA CRUZ–Parte I


Verdadeiramente, nós somos loucos, mas loucos de amor por Jesus Cristo.
A obra prima da alegria é a Cruz de Jesus Cristo. Esta cruz, que aos olhos do século parece não ser mais que o símbolo da tristeza, do sofrimento e da dor, é, na realidade, o requinte da ventura;
E essa loucura de que fala o apóstolo São Paulo, a do cristão que procura assemelhar-se a Jesus Cristo e por Seu amor se torna como que louco, essa loucura é verdadeiramente o supremo arroubo da felicidade.
Sei, o século não entende assim: um Deus flagelado, ferido, ensanguentado, crucificado, morto, parece-lhe um símbolo absurdo.

sábado, 25 de julho de 2015

COMO REZAR O ROSÁRIO DA MANEIRA CERTA? SÃO LUIS DE MONTFORT EXPLICA!

É necessária a pureza da Intenção

Não é tanto a duração de uma oração, mas o fervor com a qual é rezada que agrada a DEUS Todo-Poderoso e toca seu Coração.

Mais vale uma única Ave Maria rezada com devoção e fé, que cento e cinquenta rezadas distraidamente.

A maioria dos católicos reza o Rosário, todos os quinze mistérios ou um Terço, ou ao menos, algumas dezenas. Então, porque será que tão poucos, abandonam seus pecados e progridem na vida espiritual?

Com certeza deve ser porque não rezam como se deve! É necessário pensar bem em como se deve orar, se realmente queremos agradar a DEUS e nos tornarmos santos.

Para que se reze o Rosário com fruto é necessário estar em estado de graça ou ao menos que se esteja completamente determinado a abandonar o pecado mortal.

DESEJO À VOCÊ!

Que… “Chuvas de Bênçãos sejam derramadas abundantemente sobre ti e tua Casa“… Que… a Unção de DEUS seja como um bálsamo a envolver tua vida e te Ungir Completamente pela Glória de DEUS“… Que… “DEUS faça prosperar tudo aquilo que vier até tuas mãos, e que de uma semente cresçam milhares de árvores Frutíferas“… Que… “Todas as Promessas de DEUS sejam uma Coroa de Vitória e Vida para você como Prova da Fidelidade do teu DEUS, acerca de tudo o que Ele Fala e Cumpre“… Que… “Rios de águas Vivas corram dentro de tí, purificando, e levando tudo aquilo o que não é de DEUS“. Que…“A Glória de DEUS repouse sobre sua vida…Amém ...