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segunda-feira, 15 de maio de 2017

PAPA ABRAÇOU E COM ELE TODOS OS “AMIGUITOS E AMIGUITAS

Francisco canonizou Jacinta e Francisco e saudou a criança a quem foi atribuído um milagre para serem elevados ao altar

O pequeno Lucas levantou ligeiramente os pés e abraçou a sorrir, olhos nos olhos, o Papa Francisco. É ele o rapaz a quem foi atribuído o milagre para a canonização de Jacinta e Francisco, os dois videntes ontem apresentados como exemplo para os muitos "amiguitos e amiguitas" presentes na celebração dos 100 anos de Fátima.

Do altar de Fátima, com o Santuário cheio de peregrinos, Francisco ouviu depois, já perto do final da missa, o bispo de Leiria-Fátima dirigir-se às crianças em nome do bispo de Roma: "Amiguitos e amiguitas, o Papa Francisco envia-vos uma carícia cheia de ternura e uma bênção especial para que sejais sempre, meninas e meninos, alegres e felizes, como Francisco e Jacinta", exclamou António Marto, perante os aplausos de todos.

Na oração dos fiéis, foi rezada uma intenção em inglês por "todas as crianças e suas famílias", de novo para se inspirarem no exemplo dos novos santos e "descobrirem o sentido da vida e o valor da oração e da penitência". Com um sublinhado final: "E que vejam os seus direitos sempre respeitados."

Não se pode estranhar esta referência aos direitos das crianças numa viagem em que o Papa se apresentou como "peregrino da esperança e da paz" e numa cerimónia em que as primeiras crianças não mártires foram canonizadas.

É esta linha que uma outra oração dos fiéis, lida em italiano, também sublinhava, com os milhares de peregrinos a rezarem "por toda a humanidade e seus governantes, para que o seu compromisso com o cuidado da casa comum nos reúna na construção num mundo mais fraterno, onde todos se sentem aceites e respeitados nas suas diferenças culturais e religiosas".

Este cuidado com a humanidade, a nossa casa comum, foi uma constante nas palavras que Francisco dirigiu aos peregrinos de 51 países, apontando os migrantes e refugiados, "cada um dos deserdados e infelizes a quem roubaram o presente", "excluídos e abandonados a quem negam o futuro", como tinha já dito na noite de 12, na bênção das velas.

Os mesmos migrantes e refugiados que ontem o Papa saudou, ao cumprimentar uma família iraquiana que vive na Batalha, mas que também foi tema na breve conversa mantida com o primeiro-ministro, António Costa. À saída do encontro de ontem de manhã, o chefe de governo explicou aos jornalistas que essa é uma "grande preocupação" de Francisco, um dos exemplos que fazem do Papa "uma referência certamente para os crentes, mas uma referência para todos aqueles que acreditam nos valores da humanidade, nos valores da dignidade da pessoa humana".

Esses valores só podem ser os da Igreja, apontou o bispo de Roma, no último parágrafo da sua homilia lida em português, que "o rosto jovem e belo da Igreja" só "brilha" quando esta "é missionária, acolhedora, livre, fiel, pobre de meios e rica no amor". Quando não é nada disto, a Igreja e os crentes falham o seu papel de "sentinelas da madrugada".

A cerimónia seguiu um guião em português, com Francisco a anunciar a fórmula de canonização dispensando o latim: "Em honra da Santíssima Trindade, para exaltação da fé católica e incremento da vida cristã, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos santos apóstolos Pedro e Paulo e Nossa Senhora, depois de termos longamente refletido, implorado várias vezes o auxílio divino e ouvido o parecer de muitos Irmãos nossos no Episcopado, declaramos e definimos como santos os Beatos Francisco Marto e Jacinta Marto e inscrevemo-los no catálogo dos santos, estabelecendo que, em toda a Igreja, sejam devotamente honrados entre os santos."

Antes, António Marto tinha pedido ao Papa, "em nome da Santa Igreja", para agradecer "ardentemente a proclamação" feita por Francisco, que "humildemente se digne ordenar que seja redigida a carta apostólica relativa à canonização efetuada". E Francisco assim ordenou. Estavam proclamadas santas as duas crianças de Fátima que, há 100 anos, na companhia da sua prima Lúcia, disseram ter visto a mãe de Jesus sobre uma azinheira no local onde hoje se situa a Capelinha das Aparições.

A cerimónia decorreu sem chuva, tal como na véspera tinha acontecido durante o tempo que o Papa permaneceu no Santuário, o que levaria o Presidente da República já depois do Papa ter partido a desabafar, como crente que se assume: "Tivemos uma ajuda do amigo lá de cima."

Já o primeiro-ministro, António Costa, interpelado pelos jornalistas por ter participado na procissão das velas e nas missas da noite de 12 e na manhã de ontem, defendeu que o fez como "sinal de respeito". "A visão que eu tenho de um Estado laico", começou por dizer é de um Estado que "não pode nem deve ignorar quais são os sentimentos religiosos", mais ainda quando "a religião é um fenómeno social" e que em Portugal, há "claramente predominância de uma confissão", justificou-se, após o encontro a sós com o Papa.

A sua profissão de fé é outra: "Acho que é respeitando-nos uns aos outros que nós fortalecemos a nossa democracia, que nós fortalecemos a nossa liberdade." Sem necessidade de recordar a legislação que tem sido produzida, em particular neste século, António Costa afirmou que não é por o catolicismo predominar "que o Estado tem estado limitado na forma como legisla, na forma como tem modernizado os valores da vida em sociedade". Isto e o seu reverso, apontou o primeiro-ministro: "Do mesmo modo que não seria de modo algum aceitável que o Estado não só limitasse como não respeitasse profundamente a forma como a maioria dos portugueses vivem a sua religiosidade."

À lembrança de como o Estado Novo se aproveitou de Fátima, Costa também bebe "em toda a nossa história": "Sempre que alguém não respeitou as crenças e a liberdade de crença dos outros, as coisas não correram bem. Uma das grandes lições do nosso regime democrático foi ter sido capaz de reconciliar todos os portugueses independentemente das suas crenças, num respeito mútuo", defendeu.

"Como peregrino", Marcelo, que cantou e orou em todas as cerimónias, viu em Francisco uma "vivacidade física e espiritual", de quem chegou cansado mas estava ontem mais animado. "Ao longo do caminho, ele foi dizendo que ultrapassou todas as expectativas", confidenciou o Presidente da República. E o Papa, nos gestos mais simples, deixou também a sua marca: quando entrou a pé pelo recinto, uma das vezes, ou na noite de 12 quando, após a oração do rosário, recusou ir no cadeirão pontifício do papamóvel, optando por se sentar junto do condutor. Francisco deixou Portugal de regresso a Roma às 15.53.

Fonte: DN Sociedade

DESEJO À VOCÊ!

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